Passeio dos Clérigos comercializado pela Cushman & Wakefield

Resultante da total reconversão da antiga Praça de Lisboa, há muito vedada aos portuenses e em profundo estado de degradação, o Passeio dos Clérigos foi criado numa cota acima do parque de estacionamento existente, criando uma ligação direta entre dois dos polos de maior interesse turístico da cidade: a Torre dos Clérigos e a Livraria Lello.

 

O projeto, da autoria do arquiteto Pedro Balonas, conta com uma área bruta locável de 3.600 m2 e apostou num conceito de comércio de rua, ainda que parcialmente coberto, garantindo o máximo de conforto para os seus visitantes.

 

Em termos comerciais, a C&W acreditou estar perante um projeto altamente diferenciador com características muito próprias e com um forte potencial de sucesso. Foi definido um target de marcas nacionais e internacionais que não correspondia aos habituais ocupantes de um centro comercial, uma vez que essa não é a vocação do projeto.

 

Para Sandra Campos, partner e diretora do departamento de retalho da Cushman & Wakefield, “Queríamos atrair um conjunto de retalhistas que pela força das suas marcas fizesse do Passeio dos Clérigos um polo de interesse comercial. Quando iniciámos a comercialização, estava já garantida a presença da âncora de restauração pelas mãos do Dr. Ricardo Campos Costa, proprietário do restaurante Shis na foz do Porto, onde num espaço de 2.000 m2 irá criar conceitos distintos sob uma mesma assinatura - a do chef Pedro Lemos”.

 

“Os bons projetos são aqueles que para além de serem bem conseguidos esteticamente, sejam eficientes do ponto de vista comercial e funcional. E o Passeio dos Clérigos reúne estas qualidades. A comprová-lo está o leque de marcas de primeira linha já contratadas e que perfaz uma taxa de ocupação superior a 90%. Com abertura prevista já para o verão, destacamos a Diesel, Liu Jo, Max & Co, Hugo by Hugo Boss, RCC Camisas e Paez”, conclui Sandra Campos.

 

O Passeio dos Clérigos foi distinguido no início do mês de Abril com o prémio nacional de Reabilitação Urbana na categoria de melhor intervenção de uso comercial, vendo assim reconhecido o esforço da Urbaclérigos, empresa promotora do projeto num investimento superior a seis milhões de euros.