Escravatura Moderna e Tráfico Humano

A Cushman & Wakefield está empenhada na gestão dos nossos negócios de forma responsável e cumprindo com os mais altos padrões éticos. Somos uma das principais empresas de serviços imobiliários em Portugal, com 2 escritórios no país e mais de oitenta colaboradores a trabalhar diretamente para nós. Os nossos clientes, nacionais e internacionais, vêm dos mais variados setores: público, privado e de organizações sem fins lucrativos.

A Cushman & Wakefield tem tolerância zero no que respeita a escravatura e o tráfico humano. A nossa política interna proíbe todas as formas de trabalho forçado. Exige que os nossos fornecedores mantenham e promovam os direitos humanos mais elementares, em que as decisões de contratação profissional são baseadas na liberdade de escolha, sem recurso a trabalho forçado ou em reclusão, nem ao uso de punição física ou ameaças de violência ou outras formas de abuso físico, sexual, psicológico ou verbal como método de disciplina ou controlo.

Para além disso, a nossa política exige que se cumpram os limites mínimos de idade definidos por lei para a entrada no mercado laboral, e proíbe o recurso ao trabalho infantil, que expõe as crianças a riscos físicos que podem prejudicar o seu desenvolvimento físico, mental, emocional ou interferir indevidamente com as suas necessidades de escolarização.

Dada a natureza do negócio da Cushman & Wakefield, o risco da nossa atividade passa principalmente pela cadeia de fornecimento, quer na contratação de fornecedores quer na prestação de serviços aos clientes. Esses fornecedores operam em diversos sectores como o da construção, gestão de imóveis, financeiro, tecnológico, viagens e serviços públicos. Trabalhamos também com outros profissionais, como por exemplo consultores e empreiteiros.

Nas áreas do nosso negócio onde acreditamos estar mais expostos aos potenciais riscos da escravatura moderna, recorremos a uma série de medidas para reduzir o risco. Que incluem:

  • o uso de cláusulas contratuais em contratos com fornecedores que exigem o cumprimento das nossas normas internas;
  • efetuar uma due diligence aos fornecedores quando existem indícios de escravatura e/ou tráfico humano;
  • o requisito expresso ou implícito de notificação por parte dos fornecedores em caso de qualquer incumprimento.

Até à data, não temos conhecimento de casos de escravatura e/ou tráfico humano no nosso negócio ou na nossa cadeia de fornecimento. Temos uma linha telefónica de apoio externa onde funcionários, clientes e terceiros podem denunciar qualquer suspeita de escravatura ou tráfico humano no nosso negócio ou na nossa cadeia de fornecimento.

Na eventualidade de recebermos uma denúncia, agiremos de forma imediata e resoluta. O que pode passar por ajudar os fornecedores a corrigir quaisquer violações/incumprimentos às normas, mas também por cessar de imediato os contratos em vigor e reportando às respetivas entidades competentes.

Regularmente damos formação aos nossos colaboradores (e se apropriado a alguns fornecedores) sobre as suas obrigações no âmbito do nosso Código de Conduta e das nossas políticas de Legal & Compliance. Solicitámos ao nosso responsável pelo departamento de Risk & Compliance para trabalhar com os nossos parceiros de negócios de forma a desenvolver uma estratégia de formação e uma abordagem concertadas sobre escravatura moderna e tráfico humano.

O responsável local por este programa é Eric van Leuven, Executive Partner e Head of Portugal. A administração da Cushman & Wakefield encarregou a equipa de Legal, Risk & Compliance de monitorizar o cumprimento das nossas políticas nesta área. O responsável pelo departamento de “Risk & Compliance” tem o dever de informar regularmente sobre o cumprimento de todas as nossas normas internas.

Esta declaração sobre escravatura e tráfico humano é feita em nome das entidades da Cushman & Wakefield em Portugal. Será revista anualmente e assinada em nome da Cushman & Wakefield em Portugal.

Lisboa, 26 de Setembro de 2017.

Eric van Leuven
Executive Partner
Head of Portugal